4 anos de invisíveis prazeres cotidianos

Acorda, pega um pão para devorar e depois liga a televisão esperando aparecer algum seriado bonitinho da Sony ou Warner e me deparo com um rosto familiar, falando umas palavras que há muito eu não ouvia. A televisão estava sintonizando no Canal Brasil e por coincidência exibia as jovens carinhas de um punhado de amigos.

Alguns não mudaram quase nada, Pedrox está com a cara peluda, mas ainda atacado por uma febre chamada Payssandu e esta ele fez questão de passar para mim. Raffa continua com aquela deliciosa carinha de menino e agora é um tio super-coruja de primeira qualidade. Nailana transmutou-se em Thica e é a mãe da minha primeira florzinha. Yuri virou um super-star paraense. Bekinha… Não sei o que se deu dela. Eu fiz as malas e coloquei o pé no mundo.

De mangas kamikaze planejando seus ataques aos paroaras da capital à análise sobre a provável evolução dos belemenses, cada momento das cenas do documentário me lembravam uma história que não havia sido filmada. Os bastidores da reive que aparece durante a fita, a cara de o-que-estou-fazendo-aqui do Yuri no aeroclube de Belém, eu dançando na hora em que a Jorane mandava, a escapulida que demos num dos dias de gravação para Moscow Beach e a formação da famiglia IPC.

Nestes 4 anos alguns acabaram se afastando, eu sou claramente uma das pessoas que se afastou e mudou um thiquito com este afastamento… Boa época aquela, boas histórias, boas aventuras…

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