Cartas, emails e reticências

Não posso negar a facilidade que a internet me trouxe no quesito manter contato com as pessoas distantes, seja fisicamente ou por timidez… A rede realmente foi e é uma mão na roda para as minhas relações interpessoais. Claro que nada se compara ao momento de receber uma carta, chegar todos os dias na guarita do prédio e ver se tem alguma correspondência que não seja mala direta, encontrar no meio de tanta propaganda uma letra amiga, amada e que traz notícias boas ou não… Mas que foi feita durante um determinado tempo só para você…
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Sempre gostei de escrever cartas, atualmente não as tenho escrito rotineiramente e nem recebo mais correspondência personalizada, mas para receber é necessário enviar primeiramente e tenho trabalhado para tal. Agora só falta ter o novo endereço da Ni e voltar a escrever para Leiloca e Thica… O papel me chama e é melhor do que os códigos binários do computador, não preciso ter medo de perder minhas memórias num ataque hacker qualquer e pelo menos a caneta tem um objetivo mais interessante do que o de reesecrever pensamentos de filósofos antigos.
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Mas não é só de carta que se vive, pois é sempre uma felicidade ao abrir a minha conta de email pessoal e constatar que I got a mail, principalmente ao contar 21 mensagens de uma das pessoas mais amadas no mundo (o campo amostral é de 51 mensagens)… E ver que pelo menos os emails desta conta não são resultado de algo mecanizado, mas sim algo pensado, cheio de carinho e reticências

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