A pequena sereia de Andersen

“Ela ergueu a cortina escarlate da tenda e entrou. Curvou-se e contemplou o príncipe. Olhou depois para o céu, onde a aurora aumentava de esplendor de instante a instante; olhou para o agudo punhal, e tornou a olhar para o príncipe, que em sonhos pronunciava o nome da noiva. Ah! como ele a ama! E a sereia sentiu os dedos apertarem convulsivamente a faca… Mas ergueu a cabeça e, num gesto resoluto, atirou o punhal ao mar. Olhou ainda o príncipe, com um olhar já meio apagado. Lentamente, alcançou a amurada, e, ao confundir-se com as ondas, sentiu que seu corpo se ia diluindo em espuma”
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Imagem: Estátua da pequena sereia no porto de Copenhague

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