Eternidades

Sabia que estava sempre nas mãos dele, mesmo que ele não percebesse. Nunca havia visto aquele rapaz mais gordo, mais alto ou mais sorridente. O via agora, o notava nesse exato momento e foi quando começou a empreitada de sonhos, lágrimas, palavras e olhares. Foi só um minuto, um encontro de olhos e começou uma saga de eternos, encontros e, mais que tudo, desencontros. Ela saiu como Cinderela daquele local, mas não havia sapatilha de cristal… Apenas os nomes um do outro, o primeiro nome um do outro.

Ela o reencontrou no meio da chuva, do nada… Ela dentro do carro, ele correndo para se molhar o mínimo possível. Era final de férias e a cidade estava vazia, ela nunca passava por ali de carro e quando resolve passar o vê correndo. Sabia d’algo, sabia agora que no final do túnel ele estaria ali. Não sabia quando encontraria o final do túnel, mas sentia que lá ele estaria mais uma vez e pronto para ajudá-la a andar pela claridade.

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