“As vezes eu tenho a impressão de que tu somes e apareces na minha vida, isso é estranho…”

E as lágrimas eram por não saber se lembrava-se das palavras levadas pelo vento… E só ficava aquele eterno no vazio, ou o vazio no eterno. Ambos meio esvaziados e longe de poderem se completar, mas lá dentro sabia que havia pelo menos a lembrança do outro lado… Mesmo que não fosse lembrada com o carinho e cuidado lembrado por este lado.

Nada havia sido enterrado, pois nada havia morrido… Todos estavam adormecidos, não sabia se para sempre ou se era apenas uma sesta vespertina. Não havia a esperança, nunca houve, mas havia o cheiro, a lembrança, os olhares e mais lembranças de palavras faladas… É assim que se faz o eterno: de lembranças…

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