Eu… Eu… Eu… Eu!

Poderia ter a eloqüência de Borges para tratar sobre o passar da vida, mas sou outra pessoa e vivo em tempo completamente diferente dele; um tempo onde o olhar não é mais vindo de olhos, palavras saem dos ouvidos e lembranças ficam na boca… Tempo louco que nem eu ouso entender. Para andar entre tantas confusões é preciso cautela, uma cautela precisa para saber onde realmente pode-se meter o pé; sou uma pessoa descautelada, desprecisada que caiu por conta de um queda livre nesse lugar.
Engraçado! Enquanto há pessoas tentando concluir o percursso pé ante pé eu tento voar, voar para ver o que tem após as colinas verdes e ir queimando tudo com uma sensação de diversas experiências eclodindo em apenas um segundo; revelando um sede inerente pelo tudo e uma fome por todos.
Tento resgatar o tal olhar, mas o que é isso? Como sabê-lo se nunca o vi? Melhor dar cambalhotas e mortais, voar até onde a atmosfera me tire o ar e a terra me chame… Retornando para ver o sol se pôr entre os prédios e o nascer dos noturnos sorrisos feitos de sinfonias sem alegro , sem pautas…
Entre essa e aquela conversa, uma gargalhada mais voadora ainda, uma excitação pelo recomeçoda manhã e a vinda da próxima noite confundindo os tempos, dançando cirandas e ouvindo modas.

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