Nos anos 60

“O futuro está nas mãos da jovem guarda” Lênin. Pior que a jovem guarda brasileira meio que se tocou sobre isso muito tempo depois do termo ser adotado para denominar aquele movimento inspirado no iêiêiê.

São uns trocentos nomes de pessoas que fizeram parte do tal movimento, para muitos, uma forma de alienar a população na época da ditadura militar, para outros a pura expressão do roque brasileiro dos anos 60.

Uma releitura do roquenrou feito pelo mundo afora, na época, quase, todos amavam (e continuam amando) os The Silver Beatles, ou somente o quarteto de Liverpool. Mas o que realmente importa é que a “Jovem Guarda”, mesmo não sendo a de Lênin, é base para muitas coisas feitas atualmente no cenário nacional.

Conversando com um querido amigo descobri, por exemplo, que Ludov, Los Hermanos, Gram e outras bandinhas do balacobaco bebem fundo em alguns longue plaies jovem guardistas do Ronnie Von, coisas com: “máquina voadora” e “a batalha do império do nunca contra o reino do para sempre”.

O grande problema é execrar essa parte da história musical brasileira, claro que alguns cantores, compositores etc e tal descambaram para o brega, a exemplo da famosa “Chuva de prata” que foi composta por Ed Wilson, rapaz que freqüentava o Teatro da Record nos tempos do iêiêiê brazuca.

Vamos deixar de frescura e torcer a mão, os caras não eram toda essa pepsi twist, mas merecem ser lembrados e curtidos, pois a vida é uma brasa, mora? E está cheia de garotas papo-firmes…

Responder a Nos anos 60

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s