At first I was afraid, I was petrified


Acabo de chegar da IX Parada GLBT de São Paulo, fui para a Paulista umas duas horas da tarde e consegui ver quase todos os trios, dancei muito e de tudo desde “What a feeling” – clássico do filme “Flashdance” – até “Adocica meu amor” do Beto Barbosa.

Vamos para explicações bem basiquinhas!
1°: Não há foto da parada abrindo este post pelo pequeno fato da minha câmera ter sido roubada.
2°: GLBT significa: Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros, poderia ser GLBTS, pois eu, sinceramente, me incluo entre os simpatizantes até dado momento.

Tirando o caso do roubo da câmera, a Parada foi o fervo (como diria meu amado Walber Neves)! Pessoas no maior cenário “Paz e Amor”, mas amor com camisinha, tá nêgo?

Penso que a Parada não foi tão proveitosa pelo fato de não estar rodeada das pessoas habituais, virava na rua e pensava que o Raffa, Veka, Antônio, Carol, Carola, Ni, Victor e outros estivessem ali vivendo e vendo tudo o que eu presenciava.

A parada é basicamente uma enorme micareta, onde a regra maior é: Ninguém é de ninguém e todo mundo beija todo mundo. Sim, sim… Existem pessoas que vão com esta tônica, mas existem pessoas que vão com os amigos para festejar mesmo; tudo é valido, mas até onde começar o direito do outro. Porém há uma grande diferença entre uma micareta e uma parada gay, na parada os trios tocam outras coisas além de axé.

Engraçado, diferente da parada paraense eu encontrei crianças e senhoras acompanhando a manifestação. Houve brigas, como em toda manifestação, mas o momento era de muita festa mesmo. A grande bandeira defendida este ano era pela “União Civil”, todos os trios elétricos tinham essa bandeira!

Não sei quais das emoções foi a maior, se foi ver ídolos da minha infância como o Senador Suplicy, Dona Marta e o atual presidente do PT José Genoíno, sentir toda uma vibração que ia do clamor pela aceitação e a resposta à este pelo público hetero que ali se fazia presente, passar por de baixo da bandeira do orgulho gay ou apenas fazer parte da maior Parada Gay do mundo… Ainda estou decidindo.

Outro momento assim só ano que vem, ou, quisá, na “Festa da Chiquita” no Círio de Nazaré.

Uma resposta para At first I was afraid, I was petrified

  1. Mi

    Putz Lu, roubaram sua câmera é??? São Paulo nesse quesito é FODA! Uma vez roubaram a minha num show do Chiclete no Credicard Hall… absurdo! Bjos

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